Catraca Livre

outubro 21, 2008 at 13:26 (Site) (, , , , , , )

Depois do SampArt, mais um site que ajuda o pailistano a se divertir com qualidade nessa linda cidade que é São Paulo. Mas, além de se estender para outros locais, o grande foco do site é a busca por programas gratuitos, uma grande idéia para uma cidade em que um show custa R$ 150…

A proposta deles, por eles mesmos, é a seguinte: O Site Catraca Livre é uma experiência de jornalismo comunitário para transformar a cidade numa constante experiência de aprendizado – e não só para uma elite, mas para todos.

Nosso foco é a cidade de São Paulo, onde diariamente fazemos um levantamento das possibilidades de diversão e aprendizado gratuitos ou a preços populares, sempre investigando sua qualidade. Mas pretendemos ir além da simples agenda. Tirando proveito dos recursos digitais, damos dicas de leitura ou apresentamos textos complementares a partir dos eventos, para que os leitores ampliem o conhecimento e contextualizem com maior profundidade uma exposição, um filme, um show de música. Educação e cultura, em nossa visão, não se separam. Cultura é capaz de seduzir e levar os indivíduos para os mais diversos campos de conhecimento, que, muitas vezes, não faz sentido numa sala de aula

Visite o Catraca Livre e faça o programa do seu fim de semana, gastando pouco e se divertindo muito!

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SampaArt

junho 23, 2008 at 1:59 (Site) (, , )

Para quem quer ficar por dentro de tudo o que está acontecendo de bom em matéria de Arte e Cultura em São Paulo, fica a dica de um ótimo site, o SampaArt.

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Filme: O quarteto fantástico

setembro 23, 2007 at 15:57 (Opinião)

Esse é mais um daqueles filmes que você só assiste porque todo mundo fala dele, e você quer saber do que é que tanto falam. Só que, chega no final do filme e você se pergunta porque é que perdeu tempo assistindo aquilo.

Não nego que os efeitos sejam legais. Um cara fica em chamas, outro se estica, outro é de metal… não deixa de ser bem atraente tudo isso. Só que, hoje em dia, efeitos especiais espetaculares não são mais motivo pra um filme ser bom, porque todo filme de ação hoje em dia tem efeitos de tirar o fôlego. Pra se sobressair entre os outros, precisa ter enredo, história boa, bem conectada e encenada.

Coisas que não são vistas no filme “O quarteto fantástico”. A atriz mais famosa do longa, Jessica Alba, de longe pode ser chamada de talentosa. Está lá, principalmente, para ser vista sem roupa, um atrativo a mais para os que nem se importam com o roteiro. Os outros atores até se esforçam, mas dois deles ficam no “só são bonitinhos”. A história, no gibi, até que fica interessante. Mas foi pessimamente adaptada para filme, tornando tudo o que se passa supérfluo ou engraçadinho (erro terrível também cometido nos quatro primeiros filmes do Batman). Para mim, isso tornou o filme tedioso e chato. Até mesmo as partes com mais ação não me interessaram muito.

Ainda não assisti o segundo volume, com o Surfista Prateado, mas não me parece muito melhor que esse.

Hoje em dia, a nova moda é adaptar histórias de quadrinhos para as telonas. Mas mesmo os HQ’s sendo conhecidos por histórias de pouco conteúdo, distração ou diversão, na maior parte dos títulos isso não é verdade, e é preciso muito cuidado na hora da adaptação, pra tudo não virar realmente uma piada. Belos exemplos de histórias parecidas que deram certo: 300, Sin City, Batman Begins, Homem Aranha, X-Men, entre outros.

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Filme: Harry Potter e a Ordem da Fênix

setembro 23, 2007 at 3:57 (Opinião)

Harry Potter e a Ordem da Fênix

Apesar do tempo que têm levado para estrear, os filmes da série Harry Potter sempre impressionam nos efeitos.

Por sempre cortarem grande parte do livro (no anterior, “O cálice de fogo”, os produtores chegaram a cogitar a idéia de fazer dois filmes para contar tudo, mas acabaram desistindo da idéia), a história, pra quem não lê os livros, fica um pouco complicada de ser acompanhada, já que deixam de explicar muitas coisas.

Os efeitos são sensacionais. O melhor momento é a batalha que acontece no Ministério da Magia. Os efeitos e o modo como a cena foi construída e editada deixam esse pedaço do filme muito emocionante. Os atores estão cada vez mais crescidos, mas parece que isso não importa, quando os colocamos na trama.

E a trama está cada vez mais emocionante e perigosa. Voldemort está cada vez mais poderoso e recrutando cada vez mais gente, enquanto o Ministério da Magia ignora qualquer vestígio de sua sobrevivência. As coisas também pioram em Hogwarts, com a chegada de uma nova diretora e de novos problemas que todo adolescente enfrenta.

É um filme imperdível pra quem gosta de Harry Potter, mas é imprescindível ler o livro pra entender bem tudo o que acontece.

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Filme: Ratatouille

setembro 23, 2007 at 3:15 (Opinião) (, )

Pôster do filme

Filmes da Disney, em sua maioria, são ótimos. Dos que vieram antes da entrada da Pixar, só posso criticar o Corcunda de Notre Dame, que foi meio sem graça. Depois da entrada da Pixar, fiquei triste com a entrada dos computadores e o abandono de animações feitas à mão. Logo no começo, saíram Toy Story e Vida de Inseto, e eu não me interessei muito por nenhum dos dois.

Com o tempo, a Pixar foi pegando o espírito Disney de fazer desenho, e foi melhorando a cada filme. Nesse ano, a Disney comprou a Pixar da Apple, e a coisa ficou melhor ainda.

Tudo, até agora, se mostrou em Ratatouille. Um filme que juntou a tecnologia da Pixar aos cuidados e caprichos da Disney. Uma obra de arte digna de seus autores.

A animação é impecável. São vários ratos, e é possível ver a perfeição dos seus pêlos, tanto em textura quanto em movimento. O rato principal, Rémy, tem seus movimentos de rato, mas adquire alguns humanos, alguma atitudes, que tornam real o que estamos vendo, um rato que cozinha.

Outra coisa fantástica foi toda a pesquisa feita em cima do tema. Para os pratos apresentados no filme, foram feitos mais de 400 pratos reais, para que os animadores pudessem se basear. O conhecimento do ratinho, o funcionamento de uma cozinha de um grande restaurante… tudo parece ter sido minuciosamente cuidado e preparado.

A história também é emocionante. Um ratinho que sabe cozinhar, e que aprecia a boa comida ao invés do lixo e dos restos que sua família e colegas comem. Acaba fazendo um acordo com um inexperiente cozinheiro, e juntos fazem sucesso em um conceituado restaurante. O jeito com que a trama se desenvolve, os valores mostrados (como amizade e caráter) são padrões da Disney e, unidos à belíssima animação, faz com que você saia do cinema achando que ratos realmente cozinham no seu restaurante preferido.Com certeza valeu muito a pena assistir. E se esse é o caminho que a Disney/Pixar está levando, só posso esperar muito pelo Bee Movie (próximo filme da Disney).

Site oficial: www.disney.com.br/cinema/ratatouille/

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Poesia também é arte

abril 18, 2007 at 10:42 (Opinião)

Qualquer dia desses minhas palavras
Vão escapar
Falar tudo o que tiver vontade
Tingir sofrimento
Dividir meu alento
Só queria que
Você soubesse
Você entendesse
Você percebesse
Ninguém quer dizer tudo
Todos acabam por dizer nada

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Filme: 300

abril 18, 2007 at 10:31 (Opinião)

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Tenho lido muito a respeito desse filme, tanto coisas boas como coisas ruins. A melhor coisa que eu poderia fazer era ir assistir, para ter minha própria opinião.

Na verdade, antes de qualquer pessoa assistir e tirar suas opiniões, aconselho fortemente a ler o gibi. Eu sei que todo mundo deve conhecer a história dos Espartanos, dos Persas, ds Atenienses e de todo mundo envolvido nisso, mas vale ressaltar que este filme não foi exatamente baseado na história real, e sim, numa versão da história contada por Frank Miller, famoso roteirista e desenhista, que com seu estilo próprio, já desenhou várias HQs de sucesso, como Ronin, Sin City, Cavaleiro das Trevas, Elektra e outros. Portanto, leia o gibi e abra sua mente, pois esta é uma versão da história. Por ser uma versão, pode ser contada como bem quiser o autor, e logo chegamos à conclusão de que 300 homens contra mais de 500 mil não é real, é uma versão. Assita e curta, como eu fiz.

Por ter lido a série em gibi, já sabia do final, então pensei que poderia prestar mais atenção aos detalhes do filme, e em como a equipe transportou a história para as telas. Apesar de já ter feito Sin City (outro HQ de Frank Miller), o criador do filme enfrentou vários desafios para fazer 300. Ao contrário de Sin City, série que possui vários volumes publicados, 300 não passava de 5 gibis finos (que recentemente foram agrupados e estão sendo vendidos em um único volume encadernado e com capa dura, versão splash). Foi preciso acrescentar novos pedaços na história, a fim da fazer o filme render um pouco mais.

Em matéria de efeitos, não há do que reclamar. Se você compara as cenas do filme que foram retiradas do gibi, vai ficar impressionado, pois são idênticas. Frank Miller gosta de usar cores e seus tons em cada cena, e isso pode ser visto também no filme. Certas horas, o filme era todo em tons de laranja e marrom, e em outras, azul, cinzas e seus tons. Perfeito. parece que as texturas foram realçadas, porque davam uma incrível idéia de estar no meio da história, perto de tudo, das pedras, dos guerreiros, da terra. Também foi muito feliz a idéia dos efeitos de vídeo aonde algumas cenas eram temporariamente deixadas em câmera lenta, para em seguida voltar ao ritmo normal (idéia copiada com qualidade de filmes como Matrix e V de Vingança, coisa dos irmãos Wachowski). Todas essas idéias vieram de Zack Snyder, o diretor do filme, que, antes de dirigir 300, era conhecido diretor de comerciais de televisão. Por ter tal conhecimento, Snyder aplicou seus dotes de forma exímia no filme. Como? Em um comercial, o diretor tem pouco mais de um minuto para conseguir a atenção do espectador. Pouco mais de um minuto para mostrar ao público tudo o que deve ser mostrado, e deve comover e cativar o público. Pois bem, Snyder aplicou isso no filme, e você prende a respiração a cada um minuto, esperando uma nova cena de ação em um filme que não pára.

Como já havia dito acima, a história é pequena e foi preciso adaptá-la para que durasse as duas horas que tem o filme. Alguns clichês normais da linguagem de cinema foram aplicados, mas isso não tirou a beleza do filme. Já li muitas pessoas dizendo que o filme não tem enredo, que se trata apenas de guerra e batalhas. Quem fala isso, não leu o gibi, e também não sabe interpretar todo o enredo e profundidade filosófica presentes no filme. A presença da mulher foi intensificada, e a Rainha desenvolve uma história própria no filme, lutando como podia pela liberdade de Esparta. Além dela, criaturas de Xerxes não existentes no gibi, deixam o filme meio manjado, mas mais interessante.

Não vá se você espera um final feliz. Apesar de Frank Miller ter “viajado na maionese” ao supor que 300 homens enfrentariam 1 milhão, a história trata de temas reais, profundos e humanos, o que, como todo mundo sabe, quase nunca termina bem. Mas vá esperando muito sentimento por trás de um tema tão terrível e desumano como a guerra, além, claro, de muito sangue, golpes incríveis, desafios, coragem, fidelidade, amizade, sarcasmo e até um pouco de humor (pouquíssimo presente no gibi).

Depois de assistir ao filme, cheguei à (minha) conclusão de que o tema geral é o Destino. Sim, porque além de todas as batalhas, romances, intrigas e tudo o mais, o filme é feito de escolhas. Escolhas que nós fazemos e a repercurssão que elas podem ter não só para nós mesmos, mas para nossos amigos, nosso povo e para a História. O que teria acontecido se Leônidas tivesse escolhido não ir para a batalha? E se tivesse acolhido o renegado de Esparta? E se tivesse se ajoelhado diante de Xerxes? É uma lição que fica para a nossa vida: sempre teremos que fazer escolhas, cabe a nós decidir qual delas e de que forma encará-las e agüentá-las.

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Evento – Goya no MASP

março 20, 2007 at 18:09 (Eventos)

Notícia publicada na Veja São Paulo

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Goya. Poucos gênios da arte foram tão compromissados com seu tempo e seus ideais quanto o espanhol Francisco José de Goya y Lucientes (1746-1828). Seja nos palácios, acolhido por monarcas encantados com os padrões decorativos e os retratos que produzia, seja fora deles, onde encontrava temas para uma crônica visual da época, o pintor e gravador manteve um olhar atento ao que o circundava. Isso incluía rir do ridículo de uma nobreza em decadência ou flagrar os costumes sociais. Goya efetivou boa parte dessas representações em quatro séries de gravuras. A primeira leva, criada em 1799, chamou-se Os Caprichos e satirizava os vícios da sociedade espanhola. Seguiram-se Desastres da Guerra, calcada nas invasões napoleônicas, Tauromaquia, voltada às touradas, e, por fim, Provérbios e Disparates, de contexto surreal. A partir de domingo (18), o Masp expõe o conjunto completo num lote de 218 peças pertencentes à instituição espanhola Caixanova. Em comum aos trabalhos, o tom sombrio e muitas vezes cruel é resultado também de uma doença rara que deixou Goya surdo até o fim da vida.

INFORMAÇÃO

QUANDO: de 18/03 a 20/05, de terça a domingo, 11h às 18h.
ONDE: Masp. Avenida Paulista, 1578, 3251-5644, Metrô Trianon-Masp.
Informações: (11) 3283-2585
QUANTO: R$ 15,00. A bilheteria fecha às 17h. Grátis às terças e nos demais dias para menores de 10 anos, pessoas com mais de 60 e grupos de estudantes de escolas públicas agendados.

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Evento – FILE Rio 2007

março 20, 2007 at 16:10 (Eventos)

Notícia retirada do UOL, em 17/03

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Em 1965, quando computadores eram do tamanho de armários e em termos de recursos não eram mais do que grandes máquinas calculadoras, o cientista de computação americano Ted Nelson criou o ‘hipertexto’, um sistema que permitia o acesso e visualização de um documento através de um link. Parece algo muito simples nos dias de hoje, mas esta criação acabou tornando-se a base para o desenvolvimento de um sistema que seria batizado mais tarde de World Wide Web (WWW). Pode-se dizer, sem exagero, que hoje você só lê este texto devido à genialidade deste senhor.

Ted Nelson é a principal atração do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), que apresenta sua segunda edição no Rio de Janeiro, de 19/3 a 24/4, com uma série de instalações multimídia, performances e shows de artistas e pesquisadores brasileiros e estrangeiros, envolvendo alta tecnologia e arte, além de debates, exposição e palestra com o visionário cientista e sociólogo americano (dia 20, 20h, no Planetário da Cidade do Rio de Janeiro).

Instalação “H2O”, dos franceses do Eletronic Shadow, apresenta vídeos que se deslocam ao redor de piscina
A programação deste ano será dividida entre os espaços do Oi Futuro, que terá exposições e instalações de artistas como a dupla francesa Eletronic Shadow e a coreana Young-Hae Chang, destaque na 27ª Bienal de SP (2006), e o MAM, que receberá os shows do festival Hipersônica, com músicos de vanguarda como Daedalus e Kode 9, e performances como a do holandês Edwin Van der Heide.

A edição deste ano do festival traz como inovação o conceito de “obras nômades”, que além de interagir com o público e ambiente, também se movem pela cidade. É o caso de um ônibus que promove apresentações de música eletrônica durante o itinerário, um táxi que é na verdade uma grande instalação multimídia e que permite ao passageiro manipular imagens e sons captados no interior e exterior do veículo, e bicicletas equipadas com sistemas de áudio que, ao pedalar, promovem palestras em movimento por diversos roteiros e pontos do Rio de Janeiro.

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Programação FILE Rio 2007

Exposição
QUANDO: de 19/3 a 24/4
ONDE: Oi Futuro – Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo. Terça a domingo, das 11h às 20h. Informações: (21) 3131-3060
QUANTO: grátis

Obras nômades
QUANDO: de 19/3 a 25/3
ONDE: Oi Futuro – Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo. Terça a domingo, das 11h às 20h. Informações: (21) 3131-3060
QUANTO: grátis

Palestra com Ted Nelson
QUANDO: 20/3, às 20h
ONDE: Planetário da Cidade do Rio de Janeiro – Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100, Gávea – Zona Sul. Informações: (21) 2274-0046
QUANTO: Grátis

Debates (File Symposium)
QUANDO: 21/3, das 11h30 às 16h, e 22/3, das 11h30 às 18h30
ONDE: Oi Futuro – Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo. Terça a domingo, das 11h às 20h. Informações: (21) 3131-3060
QUANTO: Inscrições gratuitas online e grade completa no site do evento

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Sites sobre São Paulo

março 5, 2007 at 16:22 (Site)

Para quem mora em São Paulo e considera difícil saber tudo o que está exposto, quais museus são bons, que espetáculos estão em cartaz… enfim, acha que a programação cultural de São Paulo é extensa e bagunçada… um site da Folha é uma pequena ajuda para quem quer usufruir da maravilhosa cidade em que mora/vive/passeia/visita.

ENTRAR

Bom proveito!

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